Manual das Mães Histéricas

28Jul10

Parte da aventura de ser mãe (e pai, também) é ter que conviver com as pessoas. TODAS as pessoas. Todos os dias nós encontramos mulheres que querem pegar na mão do nosso bebê, mães que querem comparar pesos, pais que querem saber se o nosso marido ajuda o suficiente, etc, etc, etc. Todo mundo parece querer fazer parte da vida do nosso filho ou, pior, dar pitaco.

Se considerarmos o motivo pelo qual isso acontece, não podemos ficar chateados, nem preocupados. As pessoas querem que nosso filho seja saudável. Nos fornecem dicas, sugestões, opiniões, receitas, uma lista infinita de coisas que, segundo eles, precisamos ou devemos testar. A verdade é que todos tem um pouco de medo dos novos pais. Não importa se eles tem filhos ou não. Uma criança de 10 anos pode perguntar: “Ela não tá com frio?”. Todo mundo se preocupa com um novo bebê. Principalmente, se for o primeiro do casal.

Cabe a nós, mães e pais de primeira viagem, escutar, refletir, analisar, compreender e, por último, fazer uma decisão sobre o que vamos ou não fazer com nosso filho. É difícil, mas todo pai e mãe passam por isso.

Há 15, 20 anos, as únicas formas de conhecer o mundo dos bebês, descobrir como viver nele e o que fazer era procurando  os poucos livros sobre o assunto e/ou escutando conselhos dos médicos, famílias e amigos. Como a internet e o boom literário são acontecimentos dos últimos 10 anos, os nossos familiares e muitos amigos que tiveram filhos há mais tempo ainda acreditam nas coisas que lhes foram ditas há muito tempo atrás. Então, nem sempre um conselho dado por uma mãe, pai, tio, avó, sogra ou papagaio será correto. No entanto, isso não quer dizer que todo conselho deva ser descartado. Eu, por exemplo, acredito em magia e em milagre, quem dirá simpatia. Então, até hoje coloco um pedaço de algodão molhado na testa do meu filho quando ele está com soluço, mesmo sabendo que não adianta coisa nenhuma.

Bom, resumindo, hoje existem milhares de fontes nas quais futuros e atuais mães e pais podem pesquisar para conhecer mais sobre bebês e crianças. Com certeza, em 20 anos, muita coisa mudou. Então, muitas coisas que nossos pais e avós acreditavam ser de uma forma, hoje em dia existe de uma outra forma. No entanto, apesar de todo o avanço da ciência, o mundo dos bebês ainda continua bastante obscuro, o que justifica o fato dos médicos ainda divergirem em tantos pontos. Talvez, por enquanto, não seja tão errado escutar de vez em quando as sugestões e pitacos dos pais e avós. De vez em quando!

Abaixo, segue uma lista das coisas que escuto no meu dia-a-dia de mãe, o que penso e como lido com a situação. O título do post é para aquelas mães que ficam histéricas com todas as sugestões, pitacos, dicas e até ordens que recebem de todo mundo pois, apesar de tudo, ninguém sabe mais o que é melhor para o nosso filho do que nós mesmas.

1. “Ele tá com soluço, faça alguma coisa!”

Eu descobri que todo mundo acha que o bebê está sempre sofrendo, pois tudo é questão de alarme. Graças a Deus, eu nasci com um estoque ilimitado de paciência e tranquilidade (pelo menos para cuidar do meu filho), e não me alarmo com coisas pequenas. Quando o bebê fica com soluço, ele geralmente fica quietinho. Poucos não gostam  e choram mesmo com soluço. O meu faz parte do time dos que ficam quietos olhando pra parede. Mas as pessoas, TODAS as pessoas, ficam extremamente preocupadas e dizem coisas como: “O bichinho tá sofrendo”, “Você não vai fazer nada não?”, “Pelo amor de Deus, ele tá com soluço, põe um chamusco de algodão na testa dele”!!

O bebê, na verdade, não sofre com o soluço. Assim como nós não sofremos. É um pouco incômodo, mas não machuca, nem vai fazê-lo engasgar (como já ouvi). Colocar algodão na testa é simpatia de interior e não funciona. Dizem que dar de mamar ajuda, mas nós é que nos acalmamos com a amamentação e o soluço dele passa normalmente.

Os fatos são: soluço não é doença, não faz mal, não machuca, não faz engasgar, não incomoda, não faz sofrer, não tem remédio e não tem o que fazer. Quando o seu bebê estiver com soluço, faça exatamente aquilo que faz quando você está com soluço: espere passar. E, se alguém achar ruim, lembre-se que a mãe é você e você sabe o que é melhor.

2. “Ele tá morrendo de fome!” – Parte 1

Todo mundo tenta nos ajudar, mas nem sempre é possível. Como somos nós que criamos o nosso filho, que conhecemos a sua rotina, os seus choros e as suas necessidades, somos nós que sabemos (quase sempre) o que ele precisa e quando. As pessoas partem do princípio de que o bebê chora em três situações básicas: fome, fralda suja e conforto (calor, frio, roupa desconfortável). Isso é lindo e mágico em livros, mas na realidade de um bebê normal isso é longe de ser verdade. O bebê chora também: para se comunicar, para exigir carinho e colo, para não ficar sozinho, para dizer que está com dor ou com febre, para atrair atenção e, o que é a pior situação para uma mãe, chora por nenhuma razão em particular. A mãe, no entanto, acaba se acostumando com um bebê chorão, sabendo que cedo ou tarde ele se acalma. Mas, as outras pessoas do nosso convívio não aguentam ver nosso bebê se esgoelando de choro.

Então, a primeira coisa que dizem é: “Ele tá morrendo de fome!“. Hoje em dia, eu tenho vontade de rir quando alguém está segurando o meu filho, ele começa a chorar forte e a pessoa praticamente o joga em cima de mim dizendo que ele está com fome. É a melhor “saída” para ela. Ninguém quer segurar um bebê que está chorando. As pessoas querem segurar um bebê que está calmo, sorrindo e falando “angú” ou “ééé”.

O que fazer, então, quando você recebe este comentário? Se ele mamou bastante e você sabe que ele está satisfeito, não tem para quê dar de mamar. Procure ver o que há de errado com ele e o acalme. Alguns bebês, principalmente os que apenas mamam, só se acalmam no peito, então se quiser ou se precisar dê o peito para ele se acalmar. Mas, sempre deixe claro que você sabe quando o bebê está com fome. A pior coisa do mundo é receber aqueles olhares de reprovação de pessoas que acham que estamos matando nosso filho de fome. Se ele está bem, podemos ficar tranquilos. A tranquilidade dos outros, no entanto, não é obrigação nossa (graças a Deus!).

3.Ele tá morrendo de fome!” – Parte 2

Uma das piores situações que uma mãe que amamenta pode passar é a do: “Pelo amor de Deus, ele está morrendo de fome! Dê uma mamadeira!”. Muitas pessoas acham que o leite materno não é suficiente e acreditam (com todo vigor) que a mãe que apenas amamenta está matando o filho de fome. Antigamente, ninguém dava de mamar por não saber de todos os benefícios que o leite materno propicia ao bebê. Minha avós não deram de mamar aos seus filhos e disseram que ninguém o fazia em sua época, minha mãe deu de mamar a mim e a minha irmã até voltar a trabalhar e eu estou amamentando há 3 meses e pretendo continuar até mesmo depois que voltar ao trabalho.

Nós vivemos na época da informação. Como falei no início deste post, podemos encontrar informação sobre tudo na internet, em livros, em revistas e a qualquer momento, sempre que precisarmos. Esta semana li as seguintes frases no Babycenter Brasil: “Vale lembrar que a orientação do Ministério da Saúde e da Organização Mundial da Saúde (OMS) é que as mulheres amamentem exclusivamente até os 6 meses, ou seja, que não dêem mais nada ao bebê além do peito nesse período, e que depois mantenham o leite materno na alimentação da criança até os 2 anos ou mais” e “O aleitamento materno evita infecções e alergias e deve ser mantido até a criança completar 2 anos de idade ou mais“. Está provado que o leite materno é a melhor coisa que podemos proporcionar ao nosso filho.

Quando alguém vier com essa estória de que devíamos dar um suquinho de laranja, uma papinha ou uma sopinha antes do tempo (ou antes do pediatra orientar à favor de uma alimentação além do leite materno), fale ou mostre as orientações acima. Ou será que essa pessoa sabe mais do que a Organização Mundial de Saúde e o Ministério da Saúde? Duvido muito. Se o seu desejo, assim como o meu, é amamentar até seu peito cair (na brincadeira né, pois o peito que amamenta não cai), então resista à pressão e faça do seu jeito que, por sinal, é o melhor para o seu filho. Ou então peça para o seu pediatra fazer como o meu: prescrever no papel “Leite materno exclusivo” todo vez que for à consulta. Este pequeno ato sempre aumenta a minha confiança e me dá a garantia de que escolhi a melhor opção.

Vale lembrar também que não é fácil amamentar. O bebê depende de nós 24 horas por dia, acorda mais vezes à noite, demora mais a ter uma rotina. Eu ainda não consegui dormir mais do que 3 horas seguidas até hoje. Em poucas ocasiões, 3 ou 4 vezes, dormi 4 horas seguidas e achei um milagre. Tenho dias em que viro um zumbi e sequer consigo levantar os pés ao caminhar. Em outros, venço o cansaço e torno o meu dia produtivo. É diferente de pessoa para pessoa. Cada mãe tem um ritmo diferente e cada bebê também. Descobri que amamentar, embora uma dádiva, é também um sacrifício. Mas, é um sacrifício que faço com felicidade e satisfação, por saber que estou dando ao meu filho algo que só eu posso dar: o leite materno e a saúde que ele proporciona.

Outra coisa: apesar de tudo, nada garante que quando o bebê começar a tomar mamadeira e comer outros alimentos ele vai parar de chorar. Não troque o certo pelo duvidoso.

4. “Ele tá morrendo de frio!”

Não sei porque nem como nasceu esse mito de que o bebê está sempre com frio. Pode estar fazendo um calor escaldante na cidade, todo mundo suando, todo mundo sofrendo e, mesmo assim, alguém ainda diz: “Cubra-o com uma mantinha, ele tá com frio!”. Grrrrrrrrr (onomatopéia de raiva!). Segundo o pediatra do meu filho, os livros que li e os sites nos quais pesquisei sobre o assunto, depois de 2 ou 3 semanas de vida o bebê é praticamente como nós. Se você está confortável com short e camiseta, faça o mesmo com o seu filho e adicione uma meia e deixe um lençol fino e fresco por perto para o caso de esfriar um pouco. Se faz frio, coloque roupinha de manga e perna longas (perna longas, kkkkk). Se você está com frio, seu filho está com frio. Se você está com calor, seu filho está com calor.

A única excessão para a regra é no caso de você ser calorenta ou friorenta. Neste caso, o bom senso deve prevalecer.

Vale lembrar, também, que a estória de checar as mãos e os pés para ver se o bebê está com frio não conta. Os nossos membros extremos sempre ficam mais frios que o resto do corpo. Isso acontece com todos nós. Por questão de segurança, se quiser mesmo verificar, coloque a mãe na barriguinha do neném. É uma aposta mais segura. Mesmo assim, ainda acredito que o bom senso é a melhor saída.

Como falei acima, o bebê geralmente chora quando não está confortável. Então, se ele realmente estiver com muito frio ou com muito calor, ele irá reclamar. Se alguém quiser acordar um bebê que está totalmente tranquilo e dormindo para agasalhá-lo melhor, manda essa pessoa ir catar coquinho na esquina lá no Kazaquistão!

5. “Ele tá sofrendo!”

Essa eu escuto muito da minha avó. Espero que ela não fique chateada por estar comentando sobre isso aqui. =)

O “Ele tá sofrendo!” geralmente ocorre quando o bebê está chorando inconsolavelmente. Por sinal, li que alguns médicos chamam de cólica o choro inconsolável do bebê, e não a dor que sente por gases. Como falei, existem muitas áreas nas quais os médicos não chegam a um denominador comum até hoje.

Bem, o bebê chora. As vezes sem motivo algum. E, em muitos casos, não há nada que possamos fazer para melhorar a situação. Li também que muitos bebês choram para gastar a energia que fica acumulada. Como eles não podem correr, pular, cantar, brincar, eles choram para que essa energia não fique presa, deixando-os nervosos e inquietos. Não sei se é verdade, mas acredito que sim. Percebi que muitas vezes, quando o meu filho chora muito, ele acaba adormecendo sozinho. Talvez seja exatamente isso, ou talvez seja cólica. Seja o que for, não há muito que possamos fazer. Os médicos não gostam de receitar medicamento para bebês e orientam que nós aguentemos os choros pois, querendo ou não, é uma fase que vai passar.

O mais importante de tudo é verificar se está tudo bem com o bebê, se todas as suas necessidades foram satisfeitas. Se ele estiver 100% e chorando muito, paciência. Como diz o meu pediatra: é o som do futuro.

6. “Foi ter filho porque quis, agora aguente!”

Essa é a pior de todas. Geralmente, escutamos isso quando dizemos que estamos cansadas, que não conseguimos dormir, que estamos exaustas e que não aguentamos mais. Aí vem a repreensão: “Aguente!”. Não é assim. Nós já aguentamos. Ser mãe significa aguentar. Significa que jamais podemos desistir. Mas ser mãe também cansa, também nos deixa tristes, deprimidas, sem forças, sem vontade de levantar da cama. E quando pedimos ajuda, é porque realmente precisamos. Se temos familiares disponíveis, amigos com disposição, então por que não pedir ajuda? Nem que seja para olhar o bebê enquanto cochilamos por meia hora. Ou para ficar com ele enquanto vamos ao cinema depois de meses em casa, praticamente sozinhas.

Uma pessoa que nos repreende por pedir ajuda, um time-out, um intervalo do nosso filho, provavelmente nunca teve ajuda ao criar os seus. Provavelmente sofreu bastante e foi bastante criticada. Não podemos culpar esta pessoa pelo que passou, mas não precisamos sofrer sem necessidade. Todo mundo sempre precisa de ajuda. Pedir ajuda não é desistir. É ter a noção de que precisamos de apoio para que não fiquemos tentadas a desistir.

Tem dias que acho que nunca mais terei um minuto para mim mesma. Dias que acho que nunca mais dormirei as minhas 8 horas necessárias de sono. Dias que acho que nunca mais frequentarei um barzinho, um cinema, um museu, que nunca mais viajarei. E tem dias em que imagino uma viagem para a Disney com meu marido e filho. Dias em que me imagino levando-o ao cinema, tomando sorvete, abraçada com ele na cama lendo estorinhas. São dias felizes. Tenho muitos deles, assim como os dias tristes. Todos nós temos e não devemos nos sentir culpados por ser humanos. Fraqueza é tentar aguentar tudo sozinho, guardar rancor do nosso bebê e nos tornamos pessoas infelizes. Força é aceitar que não podemos fazer tudo sozinhos, que as vezes vamos ter que escutar pitacos e dicas, que podemos confiar nas pessoas que nos amam para nos ajudar. Se nos tratarmos bem, se ficarmos saudáveis e felizes, se fizermos de tudo para que nossa vida sempre melhore, o nosso bebê terá uma vida mais tranquila e feliz.

Últimas considerações

Existem muitas outras coisas sobre as quais gostaria de comentar, mas prefiro escrever aos poucos. Ao deparar-me com mais situações interessantes e/ou difíceis, procurarei sempre relatá-las aqui para que outras pessoas possam se beneficiar das minhas experiências, ou pelo menos se identificar com as situações.

Uma coisa que aprendi com a minha experiência é que ser mãe se torna muito mais difícil do que realmente é por termos que viver em meio a sociedade. Uma sociedade que vigia, que olha, que julga, que repreende, que quer que sejamos todos iguais e que façamos tudo igual aos outros. A sociedade quer que nosso bebê fique quieto, que ele tome mamadeira, que ele se vista de acordo com a moda da época. Ela não quer que mostremos o nosso peito no shopping ao amamentar, não quer que deixemos o nosso filho só de fralda nos cantos. A sociedade, para falar a verdade, é muito cheia de frescura. Mas, infelizmente, somos parte dela e temos que conviver com ela.

O que me ajuda a manter a cabeça fria e a mente calma é saber que quem decide o futuro do meu filho sou eu. Ninguém tem maior direito sobre uma criança do que a sua mãe. E a sociedade precisa respeitar as nossas decisões. As pessoas precisam entender e respeitar tudo o que fazemos pelo nosso filho, considerando que façamos escolhas saudáveis. Se eu digo que não quero meu filho tomando mamadeira, ninguém tem o direito de chegar e dar mamadeira. Se não quero meu filho com chupeta, ninguém deve meter chupeta na boca dele. Se só deixo meu filho entrar em contato com camas e lençóis limpos, ninguém tem o direito de colocá-lo no chão ou em cima de superfícies sujas e com poeira.

Precisamos reivindicar os nossos direitos como mães e utilizá-los de forma coerente e correta. Nós somos as melhores mães que nossos filhos podem ter, não importa o que falem na rua.

Então, quando alguém duvidar da forma como você cria o seu filho, lembre-se: quem sabe melhor é você. Seu filho agradece!

Fontes:

Babycenter Brasil: http://brasil.babycenter.com

A Vida do Bebê: Dr. Rinaldo de Lamare

O que Esperar do Primeiro Ano: Sandee Hathaway, Heidi Murkoff, Arlene Eisenberg
O pediatra de Noah: Dr. Ruy Medeiros
Meu bom senso.


6 Responses to “Manual das Mães Histéricas”

  1. 1 Lara Agra

    Ahh, e haja paciencia e bom senso pra gente. Ótimo texto, nos deparamos com figuras assim o tempo td.
    Uma vez uma senhorinha mal educada no posto de saúde na fila (enooorme) pra vacinação, me disse pra fazer Elis parar de chorar, disse mesmo, com tds as letras, e ainda perguntou se ela não mamava que era pra eu dar de mamar e num sei q (ela não mamava mais, parou antes dos 6 meses, por escolha própria, hehe)…
    Ahh minha paciencia pra não dar uma resposta a altura da educação dessa senhora, que por sinal ainda quis furar a fila e entrar na minha frente!
    Mas é assim mesmo, a gente acaba acostumando, quem cuida somos nós e tô com vc qd diz q sabemoso que é melhor, ou pelo menos tentamos fazer isso. Uma conselho e ajuda nunca é demais, mas vá lá né…

    =**

  2. Afilhados, ando meio assim, por não estar vendo vocês com a frequência que desejo. Mas Larissa sempre diz que não é legal, ter visitas demais nessa fase de início. Enfim… será que tem problema de fazer uma visitinha? Estou com saudades.

    Beijo enorme.

  3. 3 Karine

    Gente adorei tudo o que vc escreveu! Minha filha ta com um mês agora e eu to passando por tudo isso que vc disse hahah
    Parabens adorei o post

    • 4 Lala

      É difícil, não é? Pois o meu filho está com quase 5 meses e já tenho material para mais 2 capítulos do Manual das Mães Histéricas! =)

  4. 5 Carolina

    Ótimo texto!
    Há sete anos atrás eu passei por tudo isso e teria sido muito bom ler o teu texto, viu?😉 mas agora estou me preparando para em breve encarar tudo novamente e sabe o que é melhor? vale a pena!!!
    Parabéns pelo site!

    • 6 Lala

      Já tenhos outras experiências para colocar. Também gostaria de ler conversado com outras mães a respeito de tudo isso, mas acho que a experiência vale a pena. Da próxima vez, já tiraremos tudo de letra!


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